Hub de qualidade · melhoria
Fechamento & melhoria
A rotina diária diz se hoje está tudo bem. O fechamento olha para o período: tendências, indicadores e as causas que mais reprovam — para agir na raiz e gerar a evidência que a acreditação pede. É onde o controle vira melhoria contínua.
01O que é o fechamento
É a análise periódica (tipicamente mensal) que o gestor da qualidade faz do processo como um todo — não de um dia isolado. Enquanto a rotina diária responde “passou hoje?”, o fechamento responde “estamos melhorando ou piorando?” e “o que mais nos faz reprovar?”. É também quando o alvo de cada analito ganha maturidade: com histórico suficiente, o sistema passa a usar a média própria do laboratório (≥20 corridas, regra CLSI) no lugar da bula.
02O que se olha
CV mês a mês
A variação (imprecisão) de cada alvo ao longo dos meses. Subindo? A precisão está piorando — investigue antes de reprovar.
% em controle
Quantas corridas ficaram “controladas” no período, por analito. É o placar de estabilidade.
Média própria
Recalculada das corridas do lote — passa a valer quando há histórico suficiente (CLSI ≥20).
03Pareto — atacar o que mais custa
Nem toda causa de reprovação pesa igual. O Pareto ordena as causas da mais frequente à menos, com uma linha de percentual acumulado. A leitura clássica: poucas causas respondem pela maior parte das reprovações (o “80/20”). Corrigir essas primeiras é onde a melhoria rende mais.
04A evidência para a auditoria
O fechamento também é o que se mostra ao auditor (PALC 2025, ISO 15189): as cartas de controle, o % em controle, o Sigma por analito e — o que mais conta — a trilha das tratativas: cada reprovação com causa, ação corretiva, responsável e verificação de eficácia. Quando isso já é gerado no dia a dia, a auditoria deixa de ser uma maratona de planilhas na véspera.
05Como isso vive no Lisya
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